terça-feira, junho 13, 2006
Adultério é caso sério
segunda-feira, junho 12, 2006
O Homem do Saco é real
O homem do saco é real depois de muitos leitores do blog se questionarem acerca da veracidade do "Post" muito bem colocado no dia 15/05/2006 pelo nosso agente "GRILO" , aqui está a prova irrefutável, uma fotografia sem qualquer tipo de montagem ou outra intervenção humana com finalidades enganosas, do HdS (abreviatura para Homem do Saco) no olho do samouco. Testemunhas oculares que almoçavam nas mesas adjacentes á fonte alegam que não sentiram medo porque o "ser" vinha exclusivamente buscar água, visto que a água do olho do samouco é bastante rica em ferro e deixa um ligeiro travo a Pitta Shawarma.Bola de Kat-Xu
E é verdade começou a participação a sério da nossa selecção no campeonato do mundo Alemanha 2006. No primeiro jogo de Portugal tivemos como adversários a selecção angolana um jogo que se aguardava com muita espectativa. Pelo favoritisimo dos "quinas" fazia se adivinhar um bom resultado mas tal não aconteceu uma vitória a saber a pouco, muito pouco, o HOMEM-QUEIJO fez o que já nínguem se lembrava, marcar um golo, e ainda por cima muito cedo, o que levou a mais de 86 minutos de passes e remates mas muita pouca emoção, os rapazes bem que tentaram mas PALANCA é PALANCA e o resultado foi mesmo só 1-0. Os 3 pontos são essenciais e os bébés de Scolari ainda têm muita relva para comer esperamos continuar a vencer nem que seja sempre por uma bola a zero, guardem-nos, guardem-nos bem. domingo, junho 11, 2006
O fim do cárcere

Após algum tempo de ausencia forçada na intervenção deste blog, Carlinhos da Mena volta ao activo.
Durante um período de cerca de 3 meses
fugindo ás autoridades portuguesas sendo acusado de terrorismo após ter sido visto a comprar uma dezena de explosivos de fabrico artesanal e dois pentes de bombas chinesas num fogueteiro em Alijó. Carlinhos foi obrigado a procura refugio nas altas montanhas do freixoeiro e a consequente alteração de documentos inclusivé a própria identidade passando a ser apelidado de Al-veetê.
Bem recebido no seio do terrorismo nacional apenas com dificuldades nos rebentamentos de telhas de luzalite. Mas em contarpartida um agente espicializadissimo no manuseamento de carteiras de fósforos de colecção com imagens alusivas a coches do sec.XVII.
A experiência segundo o próprio foi deveras gratificante mas tal como Giovanni Trapatonni e Ronald Kolman, a familia falou mais alto, Al-veetê regressou a sua terra natal e alega continuar a BOMBAR...
